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Este Blog é inteiramente pessoal. Não sou físico, matemático, filósofo e afins... Apenas guardo aqui meus videos favoritos que me fazem a cada dia aprender um pouco mais a respeito do Universo. Sintam-se a vontade para explorar o blog.
Mostrando postagens com marcador Cimática. Mostrar todas as postagens
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Crop Circles - New Swirled Order (Inglês)
Where does this mysterious crop circle phenomena come from? Is it done by man as a joke? So why do people have extraordinary experiences then? Flying ball of lights were seen in and around crop cirlces. Or is it an alien intelligence which try to communicate with us? The geometry which can be found in crop circles, inculed a lot of mathematics which can be also found in nature.
Our new documentary "New swirled order" deals with these questions and present some very extraordinary Crop circle formations in 2008, like the "Pi"-formation in Barbury Castle or the Crop Circle near Avebury Manor, which showed our solar system with the planetary constellation of December 21 of 2012.
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Ancient Aliens - The Evidence (Legendado)
De acordo com antigos teóricos estrangeiros, extraterrestres com o conhecimento superior das ciências e da engenharia desembarcaram em terra milhares de anos atrás, compartilhando seus conhecimentos com as primeiras civilizações e mudando para sempre o curso da história humana. Mas como desenvolver este conceito, e não existe qualquer evidência para apoiá-lo?
Antiga teoria alienígena surgiu da idéia de séculos que existe vida em outros planetas, e que os seres humanos e extraterrestres se cruzaram antes. O tema da interação humano-estrangeiro foi empurrado para a ribalta na década de 1960, impulsionado por uma onda de avistamentos de OVNIs e filmes populares como 2001: Uma Odisséia no Espaço. O programa espacial teve uma pequena parte neste tão bem: Se a humanidade pudesse viajar para outros planetas, por que não poderia visitar a Terra extraterrestres?
Em 1968, o autor suíço Erich von Däniken publicado Eram os Deuses Astronautas?, Que se tornou um bestseller imediato. Nela, ele estendeu a sua hipótese de que, há milhares de anos, viajantes espaciais de outros planetas visitaram a Terra, onde ensinou os seres humanos sobre a tecnologia e influenciaram as religiões antigas. Ele é considerado por muitos como o pai da teoria alienígena antiga, também conhecida como a teoria dos astronautas antigos.
A maioria dos antigos teóricos estrangeiros, incluindo von Däniken, apontar para dois tipos de provas para apoiar suas idéias. A primeira é a antigos textos religiosos em que o homem testemunha e interagir com os deuses ou outros seres celestiais que desce do céu, por vezes, em veículos semelhantes naves espaciais e possuir poderes espetaculares. A segunda é espécimes físicos, tais como obras de arte retratando figuras exóticas, como a antiga e maravilhas arquitectónicas, como Stonehenge e as pirâmides do Egito.
Se extraterrestres visitaram a Terra no passado, eles poderiam fazer uma aparência no futuro? Para antigos teóricos estrangeiros, a resposta é um sonoro sim. Eles acreditam que, por compartilhar suas opiniões com o mundo, eles podem ajudar a preparar as futuras gerações para o encontro inevitável que os espera.
Antiga teoria alienígena surgiu da idéia de séculos que existe vida em outros planetas, e que os seres humanos e extraterrestres se cruzaram antes. O tema da interação humano-estrangeiro foi empurrado para a ribalta na década de 1960, impulsionado por uma onda de avistamentos de OVNIs e filmes populares como 2001: Uma Odisséia no Espaço. O programa espacial teve uma pequena parte neste tão bem: Se a humanidade pudesse viajar para outros planetas, por que não poderia visitar a Terra extraterrestres?
Em 1968, o autor suíço Erich von Däniken publicado Eram os Deuses Astronautas?, Que se tornou um bestseller imediato. Nela, ele estendeu a sua hipótese de que, há milhares de anos, viajantes espaciais de outros planetas visitaram a Terra, onde ensinou os seres humanos sobre a tecnologia e influenciaram as religiões antigas. Ele é considerado por muitos como o pai da teoria alienígena antiga, também conhecida como a teoria dos astronautas antigos.
A maioria dos antigos teóricos estrangeiros, incluindo von Däniken, apontar para dois tipos de provas para apoiar suas idéias. A primeira é a antigos textos religiosos em que o homem testemunha e interagir com os deuses ou outros seres celestiais que desce do céu, por vezes, em veículos semelhantes naves espaciais e possuir poderes espetaculares. A segunda é espécimes físicos, tais como obras de arte retratando figuras exóticas, como a antiga e maravilhas arquitectónicas, como Stonehenge e as pirâmides do Egito.
Se extraterrestres visitaram a Terra no passado, eles poderiam fazer uma aparência no futuro? Para antigos teóricos estrangeiros, a resposta é um sonoro sim. Eles acreditam que, por compartilhar suas opiniões com o mundo, eles podem ajudar a preparar as futuras gerações para o encontro inevitável que os espera.
La Atlantida: Lo que ocultan (Espanhol)
"La Ciencia oficial niega la existencia de una civilización primordial, madre de todas las culturas y civilizaciones. En este documental demostraremos que esta presunción es incorrecta. Son muchos los interrogantes que aún no han sido desvelados en torno al problema de "los orígenes de la civilización".
José Luis Espejo, autor de LA ATLÁNTIDA LO QUE LA CIENCIA OCULTA, solicita la colaboración de cualquier persona interesada en traducir al inglés el guión completo de este vídeo. Si estás interesado, por favor comunícate con el a historiaoculta@gmail.com
All of creation is moving Light
Introduction
Sacred Geometry is the blueprint of Creation and the genesis of all form. It is an ancient science that explores and explains the energy patterns that create and unify all things and reveals the precise way that the energy of Creation organizes itself. On every scale, every natural pattern of growth or movement conforms inevitably to one or more geometric shapes.
Sacred Geometry is the blueprint of Creation and the genesis of all form. It is an ancient science that explores and explains the energy patterns that create and unify all things and reveals the precise way that the energy of Creation organizes itself. On every scale, every natural pattern of growth or movement conforms inevitably to one or more geometric shapes.
As you enter the world of Sacred Geometry you begin to see as never before the wonderfully patterned beauty of Creation. The molecules of our DNA, the cornea of our eye, snow flakes, pine cones, flower petals, diamond crystals, the branching of trees, a nautilus shell, the star we spin around, the galaxy we spiral within, the air we breathe, and all life forms as we know them emerge out of timeless geometric codes. Viewing and contemplating these codes allow us to gaze directly at the lines on the face of deep wisdom and offers up a glimpse into the inner workings of the Universal Mind and the Universe itself.
The ancients believed that the experience of Sacred Geometry was essential to the education of the soul. They knew that these patterns and codes were symbolic of our own inner realm and the subtle structure of awareness. To them the “sacred” had particular significance involving consciousness and the profound mystery of awareness ….. the ultimate sacred wonder. Sacred Geometry takes on another whole level of significance when grounded in the experience of self-awareness.
The Platonic Solids
As far back as Greek Mystery schools 2500 years ago, we as a species were taught that there are five perfect 3-dimensional forms -The tetrahedron, hexahedron, octahedron, dodecahedron, and icosahedron. Collectively these are known as The Platonic Solids -- and are the foundation of everything in the physical world. Modern scholars ridiculed this idea until the 1980's, when Professor Robert Moon at the University of Chicago demonstrated that the entire Periodic Table of Elements -- literally everything in the physical world -- is based on these same five forms! In fact, throughout modern Physics, Chemistry, and Biology, the sacred geometric patterns of creation are being rediscovered, but often without the greater context of spiritual understanding which protects against their misuse. One of our intentions with lightSource, is to provide a bridge to an intuitive spiritual understanding that is in alignment with the appropriate use of this knowledge.
Sacred Geometry
Geometric shapes actually represent the manifest stages of 'becoming'. To see and work with unity and wholeness in geometry can help abolish our false notion of separateness from nature and from each other. Through Sacred Geometry we can discover the inherent proportion, balance and harmony that exists in any situation, all manifest reality and even the circumstances of our day-to-day life.
Geometric shapes actually represent the manifest stages of 'becoming'. To see and work with unity and wholeness in geometry can help abolish our false notion of separateness from nature and from each other. Through Sacred Geometry we can discover the inherent proportion, balance and harmony that exists in any situation, all manifest reality and even the circumstances of our day-to-day life.
It was Marcel Proust who said, “ The real voyage of discovery consists not in seeking new lands but seeing with new eyes.”
The Energy in Action
Leonardo Fibonacci was an Italian mathematician who introduced to Europe and popularized the Hindu-Arabic number system (also called the decimal system). He contributed greatly to number theory, and during his life published many important texts. He is also known for the Fibonacci Series, a numerical series found frequently in the natural world.
The Fibonacci sequence is generated by adding the previous two numbers in the list together to form the next and so on and so on.(1, 2, 3, 5, 8, 13, 21, 34, 55...). Divide any number in the Fibonacci sequence by the one before it, for example 55/34, or 21/13, and the answer is always close to 1.61803. This is known as the Golden Ratio.
The Fibonacci sequence is generated by adding the previous two numbers in the list together to form the next and so on and so on.(1, 2, 3, 5, 8, 13, 21, 34, 55...). Divide any number in the Fibonacci sequence by the one before it, for example 55/34, or 21/13, and the answer is always close to 1.61803. This is known as the Golden Ratio.
One of the most profound and significant activities encompassed within sacred geometry and lightSource is the 'Golden Mean Spiral', derived by using the 'Golden Ratio'.
The Golden Mean was used in the design of sacred buildings in ancient architecture to produce spiritual energy that facilitated connectivity with spiritual realms through prayer. Our reality is very structured, and indeed Life is even more structured. This is reflected though Nature in the form of geometry. Geometry is the very basis of our reality, and hence we live in a coherent world governed by unseen laws. These are always manifested in our world. The Golden Mean governs the proportion of our world and it can be found even in the most seemingly proportion-less (active) living forms.
Clear examples of Sacred Geometry (and Golden Mean geometry) in Nature and matter:
All types of crystals, natural and cultured.The hexagonal geometry of snowflakes.Creatures exhibiting logarithmic spiral patterns: e.g. snails and various shell fish.Birds and flying insects, exhibiting clear Golden Mean proportions in bodies & wings.The way in which lightning forms branches.The way in which rivers branch.The geometric molecular and atomic patterns that all solid metals exhibit.The way in which a tree spans out so that all its branches receive sunlight.
Another, perhaps less obvious but most significant example of this special ratio can be found in Deoxyribonucleic Acid (DNA) - the foundation and guiding mechanism of all living organisms.
The understanding of geometry as an underlying part of our existence is nothing new. Tthe Golden Mean and other forms of geometry can be seen imbedded in many of the ancient monuments that still exist today. The Great Pyramid (the oldest of these structures) at Giza is a good example. The height of this pyramid is in Phi ratio (e.g. the Golden Mean Ratio) to its base. In fact, the geometry in this particular structure is far more accurate than that found in any of today's modern buildings.
This explains why popular among spiritually significant shapes are pyramids and hemispheres (e.g. the domes, that are the basis of religious buildings, be it a mosque, a church or a synagogue). These particular shapes are energy emitters; they are shapes that produce a type of penetrating carrier wave which Chaumery and De Belizal named negative green (which acts as carrier-like radio waves that carry sound information). The vibrational quality of the Golden Mean gives it very strong communication properties, which facilitate resonance with higher realms in prayer.
We live in the 3rd dimension, or the 'Plane of Manifestation'. The Golden Mean is an intra-dimensional doorway though which matter emerges into manifest 3-dimensional reality. For example, when a star is born it follows specific number sequences or universal rules, the same rules of life in the expansion process. Then we see the light!
Thus the Golden Mean is the "fingerprint" of creation. When we re-create this moving and always expanding sequence, we have in effect - 'the exact movement of creation in the expansion process'. When lightSource is playing, one is encountering and literally being bathed inthis 'Golden Ratio' creation activity...undeniably one of the most harmonious, balancing experiences one can interact with.
The Magic of GeometryBio-Geometry is a science that deals with the effect of geometrical shapes on life functions and the design of shapes that interact with earth's energy fields, to produce special pre-calculated effects on biological systems.
It was developed by Dr lbraham F. Karim D.Sc. in Cairo, Egypt, who has been conducting research in these disciplines since 1968. The tools necessary for the measurement of the energy of geometrical shapes are based on the science of Microvibrational Physics, or Physical Radiesthesia, as it was named by the French radiesthesists, Chaumery and De Belizal around the years 1930-1940, (and later developed by Dr. Karim).
Research in Bio-Geometry was, and still is, mainly dedicated to the development of a new form of architecture that would enhance the human biological system and give a new meaning to the concept of Home.
To upgrade the energy quality of existing homes so as to cancel the potentially harmful effects of unchecked energy fields due to the architectural design, furniture layout, electrical wiring and modem appliances, specially designed decorative elements are strategically placed to neutralize negative energy and add a positive quality to it.
Bio-Geometrical shapes, when designed or engraved on jewelry, have shown positive effects on the body's energy field, and reduce the potential health hazards caused by cellular phones, computers and other modern appliances.
In many ways the science and metaphysical discipline of Bio-Geometry provides one of the underpinnings to support what many know today as Feng Shui.
Higher Harmonics Within The Golden Mean:
The Magic of Geometry and Color
A revival of the ancient design criteria, or canons, in moderm architecture was attempted by the Swiss pioneer of the modem architecture Le Corbusier, with his "modular" system which comprised two scales of dimensions based on the Golden Ratio. The Russian researcher, Scariatin, who wrote under the pseudonym of Enel and published his first books on radiesthesia in Egypt in the forties, was the first to discover that one aspect of the negative green vibrational quality was an integral part of spiritual energy fields and increased with the spiritual evolution of the person.
The Magic of Geometry and Color
A revival of the ancient design criteria, or canons, in moderm architecture was attempted by the Swiss pioneer of the modem architecture Le Corbusier, with his "modular" system which comprised two scales of dimensions based on the Golden Ratio. The Russian researcher, Scariatin, who wrote under the pseudonym of Enel and published his first books on radiesthesia in Egypt in the forties, was the first to discover that one aspect of the negative green vibrational quality was an integral part of spiritual energy fields and increased with the spiritual evolution of the person.
Inspired by Scariatin's work, Dr. lbraham F. Karim has done extensive research and found that Bio-Geometrical shapes have three primary vibrational qualities: (1) negative green, (2) a higher harmonic of ultra-violet, and (3) a higher harmonic of gold. Only shapes which produce energy fields with all three components are Bio-Geometrical.
lightSource produces and emits all three components: negative green, a higher harmonic of ultra-violet, and a higher harmonic of gold.
Negative green turned out to have other properties, however, which make it potentially very harmful under certain circumstances of continuous exposure. Dr. Karim has done considerable research into this type of energy, and the different components have been identified. The most important component in spiritual energy fields is a specific type of the negative green. (This is a vibrational quality that is in resonance with the grey between white and black). It is at the core of all energy centres in the body and power spots in nature. Pyramids and hemispheres produce this vibration along their central axis. In spiritual energy fields, however, only the horizontal component of this energy is found. The vertical component, which is the harmful part of this energy, is cancelled.
Within all the 13 sacred shapes of lightSource, only the horizontal component of negative green is present when the shapes are active.
The second component is a higher harmonic of ultraviolet, an invisible light that is the environment of angels and other light beings. It is a very purifying and relaxing vibration, which balances overactive organ functions and has a calming effect on the nervous system.
The higher harmonic of ultraviolet is present in all 13 shapes of lightSource when the shapes are active.
The third component is a higher harmonic of gold, which, although on a much higher vibrational plane, is in resonance with physical gold (it is depicted by the halos around the heads of saints). It enhances wisdom and prosperity in a broad sense. On the physical level, it has an energising effect that balances the body's immune system.
The higher harmonic of gold is present in all 13 shapes of lightSource when the shapes are active.
The Final Element …You!
You are the unexpected magical element – the creative alchemist, mixing geometries, palettes and sound with the surprising and ever revealing artistry of your own consciousness.
You are the unexpected magical element – the creative alchemist, mixing geometries, palettes and sound with the surprising and ever revealing artistry of your own consciousness.
By trusting the “hidden reserves” of your own mind, emotions and soul to creatively guide your experience here, you will receive that which is uniquely appropriate for you at any given time.
Applications of lightSource
- Catalyst for creativity in any medium. One that evokes an unlimited array of dynamic interactions in the realm of movement, color, shape and sound.
- Balancing your environment Many anecdotal reports indicate that there is a feeing of more balanced energies within the environment when lightSource is playing
- Kinetic art displayed on an interactive canvas to esthetically enliven our techno environments.
- De-Stressing Tool When used as a simple meditation tool, lightSource can lower stress within the viewer within minutes of encountering the program
- Engaging screensaver that channels the pulse of Creation to enhance the energy and tone of any environment.
- Multi sensory explorations of the origins of manifest reality.
- Shifting your personal frequency to create the reality you desire.
- Vehicle for the kinesthetic experience of sound, music, pattern and color.
- Transformational tool, for meditation offering a bridge by which the mind can achieve its highest level in the realm of pure Intelligence.
Meditation and the Use of BreathMeditation is a skill that has been practiced since ancient times. It involves the relaxation of your body, mind, and emotions as a way to free your consciousness for clear, concentrated focus on whatever you choose.
Although most approaches to meditation are done with the eyes closed and a quiet environment, it is also useful to employ both sight and sound in order to achieve specific purposes, such as deep experiencing of sacred geometric forms. The thirteenth form, Sri Yantra, has been used for centuries in this way, with the meditator chanting the sacred syllable OM while gazing steadily at the form.
Demonstration: The Power of “Breathing Through” in MeditationAs a way to demonstrate the power of meditatively using the breath, here is an experiment for you to try:
1. Hold both hands up in front of you and quietly feel both of them. Do they feel much the same, or different? (We expect that for practical purposes they feel the same.)
2. Now, with your eyes lowered or closed, with each breath you take; imagine that you are breathing through the palm of only one of them. (For a more pronounced experience breathe through your non-dominant hand.) Do this for five complete breaths, in and out.
3. Now hold your hands up in front of you again, and quietly feel both of them. Do they feel much the same, or different?
The difference that you probably feel between your hands is the result of having done a brief “breathing meditation” on your hand. It is indicative of the gentle increase in energy that can occur by meditatively breathing through the thirteen sacred geometries, contained in lightSource.
How to Use the Sacred Geometries with Meditation
Once you have learned the basic process of systematically relaxing and energizing your body, mind and emotions you are ready to begin doing specific meditations on the thirteen sacred geometric forms in lightSource.
Once you have learned the basic process of systematically relaxing and energizing your body, mind and emotions you are ready to begin doing specific meditations on the thirteen sacred geometric forms in lightSource.
1. Choose a geometry to focus on:
-- A single geometry (for your first time we suggest the first of the series: Torus, due to its power to center and focus one’s consciousness.)
-- A series of geometries either programmed or in a random sequence.
-- A single geometry (for your first time we suggest the first of the series: Torus, due to its power to center and focus one’s consciousness.)
-- A series of geometries either programmed or in a random sequence.
2. Choose music to use:
-- Any Monroe Institute Hemi-Sync track would be perfect
-- Classical music such as Vivaldi, Mozart or Bach
-- A recording of singing Tibetan quartz bowls or bells
-- Recorded nature sounds
-- Shamanic drumming and/or chanting
-- Any instrumental track
-- Any Monroe Institute Hemi-Sync track would be perfect
-- Classical music such as Vivaldi, Mozart or Bach
-- A recording of singing Tibetan quartz bowls or bells
-- Recorded nature sounds
-- Shamanic drumming and/or chanting
-- Any instrumental track
You’ll be amazed at how the animated geometries seem to magically synchronize with absolutely any type of music. Have fun, experiment and try all your favorites. And remember…if you want to maximize the effects, breathe through the forms as you watch them.
Bibliography
Sacred Geometry Design Sourcebook, by Bruce Rawles (Eagle Point, Oregon: Elysian Pub.,1997). Brilliant Bruce and his wonderful large-format book was an essential source and prime inspiration for lightSOURCE. And still is.
A Beginner’s Guide to Constructing the Universe: The Mathematical Archetypes of Nature, Art and Science—A Voyage from 1 to 10, by Michael S. Schneider (New York: Harper Collins, 1994).
The Ancient Secret of the Flower of Life: An edited transcript of the Flower of Life Workshop presented live to Mother Earth from 1985 to 1994, Vol. I and Vol. II, by Drunvalo Melchizedek, realized by Live Cherish. (Flagstaff: Light Technology Pub., 2000).
Sedona: Beyond the Vortex: The Ultimate Journey To Your Personal Place of Power, by Richard Danneley Sedona, AZ: The Vortex Society, 1995 ).
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- The Seven Keys to Creation: Sacred Geometry and the Patterns of Life
- Sacred Geometry and the Initiation Secrets of the Great Spiritual School
- Egyptian and European Energy Work, Volume 1: Essential Knowledge
- Egyptian and European Energy Work, Volume 2: Methods and Tools
Dr. Robert J. Gilbert has a multi-faceted background in both spiritual and scientific studies. He is a former U.S. Marine Corps Instructor in Nuclear-Biological-Chemical Warfare Survival; since leaving the service in 1985 he has conducted independent research into the Geometric basis of modern science and new technologies. Dr. Gilbert is also a Rosicrucian with more than 20 years of experience in Sacred Geometry and its hidden uses by the world's great spiritual traditions. His non-sectarian approach is inclusive of individuals from all spiritual traditions. Dr. Gilbert holds a Ph.D. in International Studies and is a published academic author in that field, contributing to the first academic textbook in the new field of Transformational Politics.
In 1997 Dr. Gilbert began for the first time to teach publicly the results of his two decades of intensive research. Today he teaches both publicly and privately in Asheville, NC. Dr. Gilbert also offers a small number of his VESICA series of special seminars throughout the United States every year. His recent speaking engagements include the keynote address to the American Society of Dowsers, guest speaker for the international Holographic Repatterning Association conference, and the Labyrinth Society Meeting. Website: http://www.vesica.org/. We present an article he wrote, "Ancient Knowledge and Modern Science" for the June-August 2006 issue of SHIFT Magazine, published by the Institute of Noetic Sciences.
In 1997 Dr. Gilbert began for the first time to teach publicly the results of his two decades of intensive research. Today he teaches both publicly and privately in Asheville, NC. Dr. Gilbert also offers a small number of his VESICA series of special seminars throughout the United States every year. His recent speaking engagements include the keynote address to the American Society of Dowsers, guest speaker for the international Holographic Repatterning Association conference, and the Labyrinth Society Meeting. Website: http://www.vesica.org/. We present an article he wrote, "Ancient Knowledge and Modern Science" for the June-August 2006 issue of SHIFT Magazine, published by the Institute of Noetic Sciences.
Geometria sagrada no mundo das formas perfeitas
Por Eduardo Araia
A humanidade transita há um bom tempo por fronteiras que mexem profundamente com a vida neste planeta. Organismos geneticamente modificados, clonagens, fissão nuclear e nanotecnologia são apenas algumas amostras desse poder nunca antes desfrutado por nós. Mas será que temos o discernimento para usá-lo bem? A maioria dos exemplos colhidos nos últimos tempos mostra que, embora a ciência tenha atingido o estágio de manipular muitos dos padrões naturais da vida, falta-lhe ainda compreendê-los de forma integrada para conduzir essas manipulações com a devida responsabilidade.
Um ramo antigo do conhecimento pode dar aos pesquisadores essa perspectiva holística tão necessária: a geometria sagrada. Conhecida literalmente como “a sagrada medida da Terra”, a expressão designa os fundamentos arquetípicos espirituais por trás de obras-primas da arquitetura, mas ela vai muito além disso: suas aplicações chegam, por exemplo, à física e à medicina. Como lembra um de seus maiores estudiosos atuais, o médico norte-americano Robert J. Gilbert, todas elas se baseiam num único princípio: “Tudo tem um padrão, e esse padrão é a chave para criar um efeito específico.”
Esses padrões – entre os quais figuram formatos, modelos, ritmos e proporções – integram o repertório que permite à natureza expressar-se e, se necessário, mudar. Ela utiliza, por exemplo, o círculo e a esfera como o invólucro fundamental para a energia e a consciência, e a forma de vórtice para espalhar e transmitir energia e consciência de um ponto para outro. Outras formas frequentes na geometria sagrada são a curva senoidal, a espiral áurea (obtida pela união de vários semicírculos e presente, por exemplo, no caramujo e na flor do girassol), os cinco sólidos platônicos, a vesica piscis (“bexiga do peixe” ou “Olho de Deus”, resultante do encontro de dois círculos e perceptível no DNA e nas células) e o hipercubo (o cubo quadridimensional).
Segundo Robert Gilbert, a geometria sagrada oferece uma base sólida não só para o conhecimento tradicional, mas também para o científico – o que a torna uma ciência indiscutivelmente holística
São incontáveis os exemplos dessas formas na arquitetura e na arte de diversas culturas. O círculo megalítico de Stonehenge, na Grã- Bretanha, as pirâmides egípcias, a ciência pitagórica das energias vibracionais, os labirintos em mosaicos dos romanos, a catedral de Chartres, na França, as mandalas e yantras asiáticas, as pinturas na areia dos índios norte-americanos – todas essas obras demonstram que seus criadores conheciam os princípios da geometria sagrada.
Ao interferir na estrutura do átomo, os cientistas, sem o saber, manipulam conceitos da geometria sagrada. Esse é o ramo tradicional do conhecimento que pode lhes dar a base para trabalhar em harmonia com a natureza e o universo. Ela é a ponte entre a ciência e o esoterismo
Por Eduardo Araia
Segundo Gilbert, ao estudar padrões e suas interconexões, a geometria sagrada fornece uma base sólida tanto para o conhecimento científico como para o tradicional. É, portanto, uma ciência indiscutivelmente holística, capaz de elevar o saber humano a níveis ainda não alcançados.
Nesse ramo do conhecimento, o ponto de partida é a figura mais simples da criação: a esfera, o sólido cujos pontos de sua superfície estão todos à mesma distância de um ponto interior central. Sua representação bidimensional é o símbolo espiritual clássico do círculo com um ponto no centro. Gilbert observa que a natureza utiliza a forma da esfera, desde as células do corpo até os planetas, como o recipiente básico da energia e da consciência. Os mestres construtores antigos consideravam a rotação do compasso ao redor de um ponto central como uma recriação ritual da origem do mundo, que estabelecia a primeira fronteira entre dentro e fora, e a usavam para erguer templos e outros exemplos de arquitetura sagrada.
A esfera marca a origem de diversos outros padrões importantes. Entre eles estão cinco maneiras “perfeitas” de dividir uma esfera em formas tridimensionais totalmente simétricas (ver quadro abaixo). Com isso, todas as faces desses sólidos geométricos (ou poliedros) são formadas por polígonos iguais entre si e o mesmo número de faces encontra-se em todos os vértices. São os sólidos platônicos, segundo a descrição dos antigos gregos (mas sabe-se que esse conhecimento é ainda mais remoto – escavações na Escócia mostraram que os povos que ali habitavam trabalhavam o conceito pelo menos mil anos antes dos conterrâneos de Platão).
Para Platão, esses sólidos correspondiam aos padrões essenciais da criação física. Quatro deles – o tetraedro, o cubo, o octaedro e o icosaedro – eram considerados os padrões arquetípicos por trás dos quatro elementos primordiais (respectivamente, fogo, terra, ar e água); o quinto, o dodecaedro, era visto como o padrão por trás do éter, a energia vital dos gregos. Essa importância do dodecaedro levou Pitágoras e seus discípulos a mantê-lo em segredo, por temer o poder destrutivo de tal padrão se ele fosse mal utilizado.
Cerca de 25 séculos depois dos gregos, a ciência moderna revelou que os sólidos platônicos correspondem aos “tijolos” usados na construção do mundo físico. Segundo Gilbert, isso pode ser constatado em livros que abordam a Tabela Periódica dos Elementos. Ele destaca sobretudo um modelo da Tabela Periódica desenvolvido na década de 1980 por Robert Moon, professor emérito de física da Universidade de Chicago, no qual todos os elementos – ou seja, tudo existente no mundo físico – são apresentados nas formas desses sólidos. A conclusão vem naturalmente, assinala o estudioso: “(...) a essência da criação é a geometria: mude o número das partes do átomo e o formato configurado resultante muda, enquanto, alquimicamente, um elemento diferente emerge.”
O dodecaedro faz algumas aparições intrigantes nos estudos científicos modernos. Gilbert lembra, por exemplo, a conclusão de pesquisadores russos (descrita no artigo “Is the Earth a Large Crystal?”, publicado na revista Khimiya i Zhizn, ou Química e Vida, de dezembro de 1973) de que a crosta terrestre possui um padrão dodecaédrico – algo que Platão já sugeria em seu tempo, ao afirmar que a Terra, vista de cima, lembrava uma “bola de couro com 12 lados”.
Divisões da esfera
Os cinco sólidos platônicos dos gregos e o elemento ao qual estão relacionados
Outro detalhe chamativo: na Tabela Periódica de Moon, a forma que contém todas as outras dentro de si é o dodecaedro, presente no paládio, o elemento 46. Esse metal branco prateado, pertencente ao grupo da platina, é conhecido na engenharia química como um catalisador, uma substância cuja presença provoca determinadas transformações que não a alteram quimicamente no final do processo.
Em 2006, a revista inglesa New Scientist publicou um artigo sobre um método criado por pesquisadores da Universidade da Pensilvânia para decompor compostos químicos letais (por exemplo, o gás nervoso). A novidade estava exatamente na participação do paládio no processo químico: com ele, as substâncias químicas letais deixavam de ser perigosas. Os descobridores do método não sabiam explicar a razão de seu sucesso, mas os estudiosos de geometria sagrada não teriam dúvida em afirmar que ele se deve ao padrão dodecaédrico de energia vital pura.
Gilbert retira da Tabela Periódica de Moon outro exemplo rico em ensinamentos. O urânio, último elemento natural (de número 92), é representado como dois dodecaedros conectados que estão se destruindo, um processo que origina radiação nuclear tóxica. (A propósito, todos os elementos acima dele na Tabela Periódica são artificiais e liberam radiação potencialmente letal.) “Se Moon está certo”, observa Gilbert, “as modernas armas nucleares e o lixo radiativo estão diretamente relacionados às manipulações que afetam o padrão central do dodecaedro – mesmo se os cientistas não estiverem conscientes da conexão”. O potencial destrutivo de tais manipulações é uma justificativa mais do que razoável para o segredo com que as escolas espirituais do passado envolviam esse sólido.
No entanto, se a ciência contemporânea conquistou a capacidade de promover mudanças nesses padrões sem demonstrar a responsabilidade necessária para tanto, já é hora de os ensinamentos da geometria sagrada deixarem as sombras. Afinal, lembra Gilbert, “todos nós seremos tocados em nossas vidas pelo sucesso ou fracasso global da humanidade em entender a geometria sagrada da matéria e do espírito”. E o campo de estudos é vastíssimo. Padrões de consciência, por exemplo, podem nos ajudar a entender melhor a natureza, a “alma do mundo”, a própria sociedade e seus integrantes incomuns, como xamãs e pessoas dotadas de poderes paranormais – além, certamente, de nos mostrarem um caminho de evolução interior. Padrões temporais, ou ritmos, estão por trás tanto dos processos circadianos que influenciam nosso corpo diariamente quanto das grandes eras astronômicas e astrológicas.
“A geometria sagrada nos dá insights vitais sobre as bases tanto do espírito como da matéria, insights que podem ser aplicados em propósitos científicos e espirituais”, afirma Gilbert. “Ela também nos permite curar a dolorosa divisão entre a espiritualidade e o entendimento científico, racional que tanto aflige nossa sociedade moderna e nossa própria alma.” É, enfim, uma poderosa ferramenta, capaz de unificar o conhecimento fragmentário e disperso que caracteriza a atual ciência e a impele, de certo modo, a dar tantos passos nebulosos.
PARA SABER MAISNigel Pennick, Geometria sagrada – Simbolismo e intenção nas estruturas religiosas (Pensamento). Sites: Vesica Institute for Holistic Studies, dirigido por Robert J. Gilbert (www.vesica.org); Lightsource Arts (www.sacred-geometry.com).
A humanidade transita há um bom tempo por fronteiras que mexem profundamente com a vida neste planeta. Organismos geneticamente modificados, clonagens, fissão nuclear e nanotecnologia são apenas algumas amostras desse poder nunca antes desfrutado por nós. Mas será que temos o discernimento para usá-lo bem? A maioria dos exemplos colhidos nos últimos tempos mostra que, embora a ciência tenha atingido o estágio de manipular muitos dos padrões naturais da vida, falta-lhe ainda compreendê-los de forma integrada para conduzir essas manipulações com a devida responsabilidade.
Um ramo antigo do conhecimento pode dar aos pesquisadores essa perspectiva holística tão necessária: a geometria sagrada. Conhecida literalmente como “a sagrada medida da Terra”, a expressão designa os fundamentos arquetípicos espirituais por trás de obras-primas da arquitetura, mas ela vai muito além disso: suas aplicações chegam, por exemplo, à física e à medicina. Como lembra um de seus maiores estudiosos atuais, o médico norte-americano Robert J. Gilbert, todas elas se baseiam num único princípio: “Tudo tem um padrão, e esse padrão é a chave para criar um efeito específico.”
Esses padrões – entre os quais figuram formatos, modelos, ritmos e proporções – integram o repertório que permite à natureza expressar-se e, se necessário, mudar. Ela utiliza, por exemplo, o círculo e a esfera como o invólucro fundamental para a energia e a consciência, e a forma de vórtice para espalhar e transmitir energia e consciência de um ponto para outro. Outras formas frequentes na geometria sagrada são a curva senoidal, a espiral áurea (obtida pela união de vários semicírculos e presente, por exemplo, no caramujo e na flor do girassol), os cinco sólidos platônicos, a vesica piscis (“bexiga do peixe” ou “Olho de Deus”, resultante do encontro de dois círculos e perceptível no DNA e nas células) e o hipercubo (o cubo quadridimensional).
Segundo Robert Gilbert, a geometria sagrada oferece uma base sólida não só para o conhecimento tradicional, mas também para o científico – o que a torna uma ciência indiscutivelmente holística
São incontáveis os exemplos dessas formas na arquitetura e na arte de diversas culturas. O círculo megalítico de Stonehenge, na Grã- Bretanha, as pirâmides egípcias, a ciência pitagórica das energias vibracionais, os labirintos em mosaicos dos romanos, a catedral de Chartres, na França, as mandalas e yantras asiáticas, as pinturas na areia dos índios norte-americanos – todas essas obras demonstram que seus criadores conheciam os princípios da geometria sagrada.
Ao interferir na estrutura do átomo, os cientistas, sem o saber, manipulam conceitos da geometria sagrada. Esse é o ramo tradicional do conhecimento que pode lhes dar a base para trabalhar em harmonia com a natureza e o universo. Ela é a ponte entre a ciência e o esoterismo
Por Eduardo Araia
Segundo Gilbert, ao estudar padrões e suas interconexões, a geometria sagrada fornece uma base sólida tanto para o conhecimento científico como para o tradicional. É, portanto, uma ciência indiscutivelmente holística, capaz de elevar o saber humano a níveis ainda não alcançados.
Nesse ramo do conhecimento, o ponto de partida é a figura mais simples da criação: a esfera, o sólido cujos pontos de sua superfície estão todos à mesma distância de um ponto interior central. Sua representação bidimensional é o símbolo espiritual clássico do círculo com um ponto no centro. Gilbert observa que a natureza utiliza a forma da esfera, desde as células do corpo até os planetas, como o recipiente básico da energia e da consciência. Os mestres construtores antigos consideravam a rotação do compasso ao redor de um ponto central como uma recriação ritual da origem do mundo, que estabelecia a primeira fronteira entre dentro e fora, e a usavam para erguer templos e outros exemplos de arquitetura sagrada.
A esfera marca a origem de diversos outros padrões importantes. Entre eles estão cinco maneiras “perfeitas” de dividir uma esfera em formas tridimensionais totalmente simétricas (ver quadro abaixo). Com isso, todas as faces desses sólidos geométricos (ou poliedros) são formadas por polígonos iguais entre si e o mesmo número de faces encontra-se em todos os vértices. São os sólidos platônicos, segundo a descrição dos antigos gregos (mas sabe-se que esse conhecimento é ainda mais remoto – escavações na Escócia mostraram que os povos que ali habitavam trabalhavam o conceito pelo menos mil anos antes dos conterrâneos de Platão).
A espiral áurea, forma geométrica sagrada composta pela união de diversos semicírculos, está presente no corpo do caramujo |
Para Platão, esses sólidos correspondiam aos padrões essenciais da criação física. Quatro deles – o tetraedro, o cubo, o octaedro e o icosaedro – eram considerados os padrões arquetípicos por trás dos quatro elementos primordiais (respectivamente, fogo, terra, ar e água); o quinto, o dodecaedro, era visto como o padrão por trás do éter, a energia vital dos gregos. Essa importância do dodecaedro levou Pitágoras e seus discípulos a mantê-lo em segredo, por temer o poder destrutivo de tal padrão se ele fosse mal utilizado.
Cerca de 25 séculos depois dos gregos, a ciência moderna revelou que os sólidos platônicos correspondem aos “tijolos” usados na construção do mundo físico. Segundo Gilbert, isso pode ser constatado em livros que abordam a Tabela Periódica dos Elementos. Ele destaca sobretudo um modelo da Tabela Periódica desenvolvido na década de 1980 por Robert Moon, professor emérito de física da Universidade de Chicago, no qual todos os elementos – ou seja, tudo existente no mundo físico – são apresentados nas formas desses sólidos. A conclusão vem naturalmente, assinala o estudioso: “(...) a essência da criação é a geometria: mude o número das partes do átomo e o formato configurado resultante muda, enquanto, alquimicamente, um elemento diferente emerge.”
O dodecaedro faz algumas aparições intrigantes nos estudos científicos modernos. Gilbert lembra, por exemplo, a conclusão de pesquisadores russos (descrita no artigo “Is the Earth a Large Crystal?”, publicado na revista Khimiya i Zhizn, ou Química e Vida, de dezembro de 1973) de que a crosta terrestre possui um padrão dodecaédrico – algo que Platão já sugeria em seu tempo, ao afirmar que a Terra, vista de cima, lembrava uma “bola de couro com 12 lados”.
Divisões da esfera
Os cinco sólidos platônicos dos gregos e o elemento ao qual estão relacionados
| TETRAEDRO (Fogo) Quatro faces triangulares, 6 arestas e 4 vértices. | CUBO ou HEXAEDRO (Terra) Seis faces quadradas, 12 arestas e 8 vértices. |
| OCTAEDRO (Ar) oito faces triangulares, 12 arestas e 6 vértices. | DODECAEDRO (Éter) doze faces pentagonais, 30 arestas e 20 vértices. | ICOSAEDRO (Água) Vinte faces triangulares, 30 arestas e 12 vértices. |
Outro detalhe chamativo: na Tabela Periódica de Moon, a forma que contém todas as outras dentro de si é o dodecaedro, presente no paládio, o elemento 46. Esse metal branco prateado, pertencente ao grupo da platina, é conhecido na engenharia química como um catalisador, uma substância cuja presença provoca determinadas transformações que não a alteram quimicamente no final do processo.
Em 2006, a revista inglesa New Scientist publicou um artigo sobre um método criado por pesquisadores da Universidade da Pensilvânia para decompor compostos químicos letais (por exemplo, o gás nervoso). A novidade estava exatamente na participação do paládio no processo químico: com ele, as substâncias químicas letais deixavam de ser perigosas. Os descobridores do método não sabiam explicar a razão de seu sucesso, mas os estudiosos de geometria sagrada não teriam dúvida em afirmar que ele se deve ao padrão dodecaédrico de energia vital pura.
Gilbert retira da Tabela Periódica de Moon outro exemplo rico em ensinamentos. O urânio, último elemento natural (de número 92), é representado como dois dodecaedros conectados que estão se destruindo, um processo que origina radiação nuclear tóxica. (A propósito, todos os elementos acima dele na Tabela Periódica são artificiais e liberam radiação potencialmente letal.) “Se Moon está certo”, observa Gilbert, “as modernas armas nucleares e o lixo radiativo estão diretamente relacionados às manipulações que afetam o padrão central do dodecaedro – mesmo se os cientistas não estiverem conscientes da conexão”. O potencial destrutivo de tais manipulações é uma justificativa mais do que razoável para o segredo com que as escolas espirituais do passado envolviam esse sólido.
Representações artísticas de dodecaedro (esquerda e direita acima) e icosaedro: as formas da geometria sagrada podem nos ajudar a entender melhor a natureza e a nós mesmos. |
No entanto, se a ciência contemporânea conquistou a capacidade de promover mudanças nesses padrões sem demonstrar a responsabilidade necessária para tanto, já é hora de os ensinamentos da geometria sagrada deixarem as sombras. Afinal, lembra Gilbert, “todos nós seremos tocados em nossas vidas pelo sucesso ou fracasso global da humanidade em entender a geometria sagrada da matéria e do espírito”. E o campo de estudos é vastíssimo. Padrões de consciência, por exemplo, podem nos ajudar a entender melhor a natureza, a “alma do mundo”, a própria sociedade e seus integrantes incomuns, como xamãs e pessoas dotadas de poderes paranormais – além, certamente, de nos mostrarem um caminho de evolução interior. Padrões temporais, ou ritmos, estão por trás tanto dos processos circadianos que influenciam nosso corpo diariamente quanto das grandes eras astronômicas e astrológicas.
“A geometria sagrada nos dá insights vitais sobre as bases tanto do espírito como da matéria, insights que podem ser aplicados em propósitos científicos e espirituais”, afirma Gilbert. “Ela também nos permite curar a dolorosa divisão entre a espiritualidade e o entendimento científico, racional que tanto aflige nossa sociedade moderna e nossa própria alma.” É, enfim, uma poderosa ferramenta, capaz de unificar o conhecimento fragmentário e disperso que caracteriza a atual ciência e a impele, de certo modo, a dar tantos passos nebulosos.
PARA SABER MAISNigel Pennick, Geometria sagrada – Simbolismo e intenção nas estruturas religiosas (Pensamento). Sites: Vesica Institute for Holistic Studies, dirigido por Robert J. Gilbert (www.vesica.org); Lightsource Arts (www.sacred-geometry.com).
Geometria Sagrada - Linguagem Criadora
geo+metria = medição da terra
Geometria Sagrada = o estudo das ligações entre as proporções e formas contidos no microcosmo e no macrocosmo com o propósito de compreender a Unidade que permeia toda a Vida.
O estudo aprofundado das relações geométricas nas formas fez com que o homem as usasse de uma maneira que extrapola o meramente humano e prático, se tornando uma ferramenta de contato com o que é sobre-humano, com o divino e até com o extraterrestre.
Outro elemento importante da Geometria Sagrada é a Vesica Piscis (Bexiga do Peixe).
Os sólidos platônicos são objetos tridimensionais primários completamente simétricos. São os únicos poliedros compostos de polígonos regulares. São tidos como símbolos visíveis e demonstrativos da Orgânica do Universo e conhecidos desde a Antigüidade por Platão, e a eles foram atribuídos vários significados místicos. Eles são o tetraedro (4 faces, elemento Fogo, cor vermelha), o cubo (6 faces, elemento Terra, cor Verde), o octaedro (8 faces, elemento Ar, cor Amarela), o dodecaedro (12 faces, elemento Éter, Cor Violeta, Força Universal da Vida) e o icosasedro (20 faces, elemento Água, cor Azul, Força Biológica da vida). Mas, por que apenas cinco? Repararam que o icosaedro se aproxima da forma geométrica mais perfeita que existe, a esfera?
A Geometria Sagrada está presente nas pinturas de Leonardo Da Vinci, nas catedrais antigas, na Cabala, na Árvore da Vida, no Zodíaco, nas Mandalas, nos Merkabahs, nos símbolos da Cura Quântica e dos Reikis, na Radiônica, nos gráficos radiestésicos, nos diversos amuletos de poder, nas figuras religiosas e até nos desenhos que aparecem em campos de plantação de milho ou canaviais - chamados “Crop Circles” a que se atribuem mensagens extraterrestres.
Também é usada de maneira inconsciente e inocente nas tatuagens. Toda forma possui um campo vibracional e energético. Que tipo de energia poderá resultar de símbolos demoníacos? E quando sobrepostos a órgãos do corpo? Carece que as pessoas tomem mais cuidado ao usarem adornos e imagens.
A Geometria Sagrada tem ajudado muito o ser humano quando usada com sabedoria, discernimento e ética. É inegável o benefício que trazem as mandalas, símbolos radiestésicos, o uso do baguá no feng shui, formas harmônicas de edificações, móveis e determinados objetos artísticos.
“Deus é o grande geômetra. Deus geometriza sem cessar. Por toda a parte, existe Geometria”. (Platão)
O ensinamento da geometria é utilizado para mostrar a verdade ancestral de que toda a vida emerge de um mesmo padrão, podemos ver claramente que a vida floresce de uma mesma fonte: a força criativa inteligente e incondicionalmente amorosa que alguns chamam de "Deus". As verdades simples da Geometria Sagrada são o meio mais eficaz para ilustrar à nossa mente lógica a unidade de todas as coisas. O estudo das relações entre essas proporções e formas nos leva à compreensão de que tudo o que existe advém de uma única Verdade. Uma única fonte. E que somos parte dela.
Os métodos para integrar o hemisfério esquerdo (a mente, o lado lógico) e o hemisfério direito (emocional/sentimental/intuicional) até que surja uma compreensão fluida do Cosmos, de forma a que este não seja apenas entendido intelectualmente, mas que seja experimentado tangivelmente. Cada ser humano tem um talento único que, quando é descoberto, nutrido e vivido verdadeiramente, tem o poder de mudar o nosso próprio mundo pessoal. Ao viver esse ser verdadeiro e puro, para lá das nossas crenças limitadoras, mudamos lentamente o mundo ao nosso redor numa experiência de intenção superior, de maior liberdade e possibilidade.
Geometria Sagrada é uma meditação para a nossa lógica cerebral. São ensinamentos que indicam ao hemisfério esquerdo como em verdade só existe uma consciência, um espírito, um Deus, e que todos somos parte dessa unidade. Depois da mente compreender este conceito, é ensinado a Meditação Mer-Ka-Ba, que permite sentir e experimentar esta unidade com toda a vida. Os hemisférios esquerdo e direito despertam repentinamente esta verdade universal e o coração começa a por em ação esta verdade. É muito importante ver e sentir esta unidade com a vida claramente dentro de cada aspecto das nossas próprias vidas. Ambos os lados do cérebro começam a mover-se para a harmonia e o equilíbrio, e este tipo de equilíbrio ajuda a que o coração se abra e se integre a mente, o que emana paz e equilíbrio até todos os aspectos do nosso ser. A harmonia e o equilíbrio abrem janelas na nossa mente, no nosso coração e no nosso espírito. Sem unidade divina dentro de nós mesmos, essas janelas de inspiração raras vezes estarão disponíveis.
A unidade interna abre uma porta dentro de nós mesmos e permite que a Energia Vital, ou a "energia de força de vida divinamente balanceada", entre nos canais más internos do nosso ser físico. Isto inicia um processo de cura interna e de rejuvenescimento que afeta os nossos corpos físico, emocional e espiritual.
A Geometria Sagrada é uma metáfora da ordenação do Universo: é o estudo das proporções, padrões, sistemas, códigos e símbolos que subjazem como eterna fonte da vida, da Matéria e do espírito. A Geometria Sagrada é a “aura” digital da criação. É o gênesis de todas as formas. É um caminho para compreender quem somos, de onde vimos e onde estamos.

O símbolo da Flor da Vida é considerado sagrado entre diversas culturas em todo o mundo, tanto antigas como modernas. Dentro deste símbolo podem-se encontrar todos os blocos de construção do Universo que nós chamamos os Sólidos Platónicos. O símbolo pode usar-se como uma metáfora para ilustrar a conexão de toda a vida e do espírito dentro do Universo. A imagem ao lado apresenta uma variação, pois foi integrado sobre a malha formada pela intersecção dos diversos pontos, um coração - símbolo do coração sagrado - e uma espiral - o movimento perfeito e infinito.
Geometria Sagrada
Figura 1 - Do vácuo à esfera

O cubo de Metatron representa um de treze sistemas universais de informação contidos no Fruto da vida, nas linhas do Cubo de Metatron podemos facilmente encontrar os conhecidos sólidos platônicos, os tijolos construtores da nossa realidade física (figura 14).
O cubo de Metatron demonstra-nos a verdade milenar de que toda a vida emerge da mesma origem, do mesmo centro.

Tetraedro - Fogo
Cubo - Terra
Octaedro - Ar
Icosaedro - Água
Dodecaedro - Éter
Esfera - Vácuo
Geometria Sagrada = o estudo das ligações entre as proporções e formas contidos no microcosmo e no macrocosmo com o propósito de compreender a Unidade que permeia toda a Vida.O estudo aprofundado das relações geométricas nas formas fez com que o homem as usasse de uma maneira que extrapola o meramente humano e prático, se tornando uma ferramenta de contato com o que é sobre-humano, com o divino e até com o extraterrestre.
Estudiosos observaram que o mapa da planície de Gizé, no Egito, propõe o desenho duma espiral áurea, unindo-se a localização das pirâmides e algumas câmaras ou salas ainda não descobertas. A espiral áurea também está presente no formato do crescimento do caramujo conhecido por Nautilus Marinho, e na flor do girassol. Ela nos remete a um número áureo 1,61764... da seqüência de Fibonacci, 1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21, 34, 55... em que cada número é obtido pela soma dos dois outros que o antecedem. O número áureo 1,6... aparece como resultado da divisão do maior pelo seu antecedente na maioria das vezes. A espiral áurea é uma forma geométrica obtida pela união de vários semi-círculos inscritos em quadrados de lados cujas medidas seguem a seqüência de Fibonacci. Supõe-se que os antigos egípcios, com suas pirâmides, e outros povos, como os Maias, queriam entrar em contato com civilizações estelares. Além da disposição referida, ocupando pontos específicos da malha magnética da Terra, a geometria das pirâmides, tetraédrica, seria outra chave fundamental para se estabelecer o contato.
Outro elemento importante da Geometria Sagrada é a Vesica Piscis (Bexiga do Peixe).
Forma geométrica resultante do encontro de dois círculos, conhecida também como o “Olho de Deus”. O desenho de linhas retas, tangentes aos 2 círculos, marcam 4 pontos que unidos apresentam medidas com as 3 raízes quadradas sagradas: de 2, cuja qualidade é a geração; de 3, cuja qualidade é a formação de 3 espaços dimensionais; e de 5, cuja qualidade é a regeneração e é vista como representando as qualidades férteis do Cristo, ou os órgãos genitais da Deusa Mãe. Deu origem também à Flor da Vida, um padrão geométrico presente no DNA e nas células de todos os seres.
A Geometria Sagrada está presente nas pinturas de Leonardo Da Vinci, nas catedrais antigas, na Cabala, na Árvore da Vida, no Zodíaco, nas Mandalas, nos Merkabahs, nos símbolos da Cura Quântica e dos Reikis, na Radiônica, nos gráficos radiestésicos, nos diversos amuletos de poder, nas figuras religiosas e até nos desenhos que aparecem em campos de plantação de milho ou canaviais - chamados “Crop Circles” a que se atribuem mensagens extraterrestres.
Também é usada de maneira inconsciente e inocente nas tatuagens. Toda forma possui um campo vibracional e energético. Que tipo de energia poderá resultar de símbolos demoníacos? E quando sobrepostos a órgãos do corpo? Carece que as pessoas tomem mais cuidado ao usarem adornos e imagens.
A Geometria Sagrada tem ajudado muito o ser humano quando usada com sabedoria, discernimento e ética. É inegável o benefício que trazem as mandalas, símbolos radiestésicos, o uso do baguá no feng shui, formas harmônicas de edificações, móveis e determinados objetos artísticos.
“Deus é o grande geômetra. Deus geometriza sem cessar. Por toda a parte, existe Geometria”. (Platão)
O ensinamento da geometria é utilizado para mostrar a verdade ancestral de que toda a vida emerge de um mesmo padrão, podemos ver claramente que a vida floresce de uma mesma fonte: a força criativa inteligente e incondicionalmente amorosa que alguns chamam de "Deus". As verdades simples da Geometria Sagrada são o meio mais eficaz para ilustrar à nossa mente lógica a unidade de todas as coisas. O estudo das relações entre essas proporções e formas nos leva à compreensão de que tudo o que existe advém de uma única Verdade. Uma única fonte. E que somos parte dela. Os métodos para integrar o hemisfério esquerdo (a mente, o lado lógico) e o hemisfério direito (emocional/sentimental/intuicional) até que surja uma compreensão fluida do Cosmos, de forma a que este não seja apenas entendido intelectualmente, mas que seja experimentado tangivelmente. Cada ser humano tem um talento único que, quando é descoberto, nutrido e vivido verdadeiramente, tem o poder de mudar o nosso próprio mundo pessoal. Ao viver esse ser verdadeiro e puro, para lá das nossas crenças limitadoras, mudamos lentamente o mundo ao nosso redor numa experiência de intenção superior, de maior liberdade e possibilidade.
Geometria Sagrada é uma meditação para a nossa lógica cerebral. São ensinamentos que indicam ao hemisfério esquerdo como em verdade só existe uma consciência, um espírito, um Deus, e que todos somos parte dessa unidade. Depois da mente compreender este conceito, é ensinado a Meditação Mer-Ka-Ba, que permite sentir e experimentar esta unidade com toda a vida. Os hemisférios esquerdo e direito despertam repentinamente esta verdade universal e o coração começa a por em ação esta verdade. É muito importante ver e sentir esta unidade com a vida claramente dentro de cada aspecto das nossas próprias vidas. Ambos os lados do cérebro começam a mover-se para a harmonia e o equilíbrio, e este tipo de equilíbrio ajuda a que o coração se abra e se integre a mente, o que emana paz e equilíbrio até todos os aspectos do nosso ser. A harmonia e o equilíbrio abrem janelas na nossa mente, no nosso coração e no nosso espírito. Sem unidade divina dentro de nós mesmos, essas janelas de inspiração raras vezes estarão disponíveis.
A unidade interna abre uma porta dentro de nós mesmos e permite que a Energia Vital, ou a "energia de força de vida divinamente balanceada", entre nos canais más internos do nosso ser físico. Isto inicia um processo de cura interna e de rejuvenescimento que afeta os nossos corpos físico, emocional e espiritual.
A Geometria Sagrada é uma metáfora da ordenação do Universo: é o estudo das proporções, padrões, sistemas, códigos e símbolos que subjazem como eterna fonte da vida, da Matéria e do espírito. A Geometria Sagrada é a “aura” digital da criação. É o gênesis de todas as formas. É um caminho para compreender quem somos, de onde vimos e onde estamos.

Habitamos num Universo semiótico, é dizer, construído a partir de processos de significação. Elaboramos estes significados com base em códigos, estruturas, linguagens e símbolos.
A natureza também tem a sua própria linguagem, a linguagem geométrica.
A Geometria Sagrada é o código e o utilizar do alfabeto da Natureza que se encontra na Arte, na Arquitetura, no Desenho, na Ciência, na Física vanguardista, na Geomancia, na Música, na Cabala, nas Matemáticas, na Ciência de Implosão, no ADN, nas Reticulas terrestres, nas Cores, no nosso Coração, nos Animais, na Geologia, nas linguagens, na Flor da Vida.
Em suma, a Geometria é a Ciência que estuda as proporções e as medidas da matéria, da Terra; e Sagrada tanto na sua relação como no princípio da auto-sustentação.
QUE SIGNIFICA MERKABA?
A natureza também tem a sua própria linguagem, a linguagem geométrica.
A Geometria Sagrada é o código e o utilizar do alfabeto da Natureza que se encontra na Arte, na Arquitetura, no Desenho, na Ciência, na Física vanguardista, na Geomancia, na Música, na Cabala, nas Matemáticas, na Ciência de Implosão, no ADN, nas Reticulas terrestres, nas Cores, no nosso Coração, nos Animais, na Geologia, nas linguagens, na Flor da Vida.
Em suma, a Geometria é a Ciência que estuda as proporções e as medidas da matéria, da Terra; e Sagrada tanto na sua relação como no princípio da auto-sustentação.
QUE SIGNIFICA MERKABA?
A palavra Merkaba é composta de três palavras mais pequenas: Mer, Ka e Ba. Esta palavra provêm do Egipto Antigo e existem diversas maneiras de a pronunciar e escrever, tais como Merkabah, Merkava e Merkavah. Na FLOWER OF LIFE geralmente pronunciamos a palavra com ênfase na segunda sílaba, Mer-KA-Ba. Outros, contudo, pronunciam-na com o mesmo acento nas 3 sílabas.
'Mer' refere-se a um tipo específico de Luz que era referenciado no Egipto durante a 18ª dinastia, que seguiu a orientação de uma religião que adorava um Deus criador de toda a vida. 'Mer' era visto como dois campos de luz giratória rodando em contra rotação no mesmo espaço. Estes campos são gerados quando uma pessoa realiza determinado padrão de respiração. 'Ka' refere-se ao espírito individual de uma pessoa. 'Ba' refere-se à interpretação do espírito desde a sua realidade particular. Na realidade humana, 'Ba' define-se geralmente como o corpo ou a realidade física. Noutras realidades, onde os espíritos não têm corpos, 'Ba' refere-se aos conceitos ou à sua interpretação da realidade do reino onde eles existem.
O QUE É O MERKABA?
'Mer' refere-se a um tipo específico de Luz que era referenciado no Egipto durante a 18ª dinastia, que seguiu a orientação de uma religião que adorava um Deus criador de toda a vida. 'Mer' era visto como dois campos de luz giratória rodando em contra rotação no mesmo espaço. Estes campos são gerados quando uma pessoa realiza determinado padrão de respiração. 'Ka' refere-se ao espírito individual de uma pessoa. 'Ba' refere-se à interpretação do espírito desde a sua realidade particular. Na realidade humana, 'Ba' define-se geralmente como o corpo ou a realidade física. Noutras realidades, onde os espíritos não têm corpos, 'Ba' refere-se aos conceitos ou à sua interpretação da realidade do reino onde eles existem.
O QUE É O MERKABA?
O MERKABA é um campo contra rotacional de luz, gerado pela rotação de formas geométricas específicas, que afecta positivamente e em simultâneo o nosso espírito e o nosso corpo. É um veículo que pode ajudar a mente, o corpo e o espírito a aceder e a experimentar outros planos da realidade, outros potenciais de vida. Efectivamente, o MERKABA é muito mais do que isso. Alunos que integraram grupos de estudo da FLOWER OF LIFE e que aprenderam a meditação Mer-Ka-Ba, expressaram que aprenderam mais acerca de si mesmos, assim como se conseguiram conectar-se com o seu Eu Superior e atingiram novos níveis de consciência. O MERKABA é uma ferramenta que ajuda os seres humanos a alcançar o seu pleno potencial. É um campo de energia cristalino que é composto de geometrias sagradas específicas, que alinham a mente ao corpo e ao coração. Este campo de energia criado a partir da Geometria Sagrada, extende-se ao redor do corpo até uma distância de cerca de 20 metros. Estes campos de energia geométricos, giram normalmente ao redor do nosso corpo a uma velocidade próxima da velocidade da luz, mas para a maioria de nós eles tornaram-se mais lentos ou pararam de girar completamente, devido à falta de atenção e de uso. Quando este campo é reactivado e está a girar apropriadamente, é chamado um Mer-Ka-Ba. Um Mer-Ka-Ba completamente activado pode ver-se como a estrutura de uma galáxia ou de um OVNI em movimento. MER- LUZ , KA- ESPÍRITO, BA- CORPO, VEÍCULO.
MEDITAÇÃO MER-KA-BA
MEDITAÇÃO MER-KA-BA
A Meditação Mer-Ka-Ba é uma técnica de meditação de 17 respirações e de visualização que expande a consciência enquanto integra os diversos corpos (corpo físico, mental, emocional, etc.). Esta meditação ativa o corpo de luz espiritual, conhecido como Merkaba. O Mer-Ka-Ba permite-nos experimentar a consciência expandida, conecta-nos com potenciais elevados de consciência e restaura o acesso à memória das infinitas possibilidades do nosso ser.
Quando a Meditação Mer-Ka-Ba se realiza correctamente, o Mer-Ka-Ba integra de forma fluida os aspectos femininos (intuitivos, receptivos) e os masculinos (ativos, dinâmicos) da nossa mente e espírito.
Esta meditação ativa o seu corpo espiritual conhecido como Merkaba, que trabalha como um cristal energético que serve para acelerar o seu processo de evolução, expandindo a consciência multidimensional até o nível crístico.
Este corpo de luz pode nos levar de uma dimensão à outra e em alguns casos nosso corpo físico também. Este processo é uma ampliação de nosso estado de amor e a aplicação desta energia através do conhecimento de nossos padrões de geometria sagrada. A ativação do amor em nosso ser depende de uma total integração com o nosso ser, saindo dos estados de medo e integrando-nos com o amor universal.
A relembrança de nosso Merkaba conscientemente e a colocação deste conhecimento em prol de nossa evolução e da humanidade consistem num passo muito importante para a integração do planeta. Para tanto aprendemos a estabelecer uma conexão consciente com as redes de energia de nosso planeta com o cosmos.
Uma viagem a teu interior e a outras dimensões de seu ser.
Um encontro com seu Eu Superior.
Um veículo de luz para transformação interior.
Uma iniciação à um conhecimento milenar.
Um reconhecimento de quem verdadeiramente és e porque estas aqui.
SÍMBOLO FLOWER OF LIFE
Quando a Meditação Mer-Ka-Ba se realiza correctamente, o Mer-Ka-Ba integra de forma fluida os aspectos femininos (intuitivos, receptivos) e os masculinos (ativos, dinâmicos) da nossa mente e espírito.
Esta meditação ativa o seu corpo espiritual conhecido como Merkaba, que trabalha como um cristal energético que serve para acelerar o seu processo de evolução, expandindo a consciência multidimensional até o nível crístico.
Este corpo de luz pode nos levar de uma dimensão à outra e em alguns casos nosso corpo físico também. Este processo é uma ampliação de nosso estado de amor e a aplicação desta energia através do conhecimento de nossos padrões de geometria sagrada. A ativação do amor em nosso ser depende de uma total integração com o nosso ser, saindo dos estados de medo e integrando-nos com o amor universal.
A relembrança de nosso Merkaba conscientemente e a colocação deste conhecimento em prol de nossa evolução e da humanidade consistem num passo muito importante para a integração do planeta. Para tanto aprendemos a estabelecer uma conexão consciente com as redes de energia de nosso planeta com o cosmos.
Uma viagem a teu interior e a outras dimensões de seu ser.
Um encontro com seu Eu Superior.
Um veículo de luz para transformação interior.
Uma iniciação à um conhecimento milenar.
Um reconhecimento de quem verdadeiramente és e porque estas aqui.
SÍMBOLO FLOWER OF LIFE
O símbolo da Flor da Vida é considerado sagrado entre diversas culturas em todo o mundo, tanto antigas como modernas. Dentro deste símbolo podem-se encontrar todos os blocos de construção do Universo que nós chamamos os Sólidos Platónicos. O símbolo pode usar-se como uma metáfora para ilustrar a conexão de toda a vida e do espírito dentro do Universo. A imagem ao lado apresenta uma variação, pois foi integrado sobre a malha formada pela intersecção dos diversos pontos, um coração - símbolo do coração sagrado - e uma espiral - o movimento perfeito e infinito.
Geometria Sagrada
Metraton, o Arcanjo dos Pesos e Medidas.
O regente da Geometria Sagrada.
Metraton (aspecto masculino) - Shekinah (aspecto feminino)
Também conhecido como Metatron, Matretton, Mittron, Metaraon, Merraton. Nos escritos que não pertencem às escrituras, Metraton é um super anjo. O seu nome inclui o rei dos anjos, príncipe da face divina, anjo da promissão e muitos outros. Ele liga o humano ao divino. O significado do seu nome é em si um mistério. Alguns pensam que o nome vem do latim metator ("guiar ou medir"); outros pensam que é apenas uma invenção judaica.
Quando é invocado, Metraton aparece como um pilar de fogo, ofuscante como o Sol. Em algumas fontes ele é visto como sendo mais poderoso do que Miguel. Muitos mitos rodeiam Metraton, incluindo que ele possa ter sido um mortal (o profeta Enoch) que se transformou em
anjo que agora funciona como um escriba oficial divino, que detém todos os segredos escritos e vigia tudo o que os humanos estão a fazer. Podem vê-lo como o criador e o bibliotecário dos escritos de Akashi.
Em Key of Solomon, por S. Lidell MacGregor Mathers, o Primeiro Pentáculo do Sol — «O Semblante de Shaddai Todo-poderoso, a cuja presença todas as criaturas obedecem, e os Espíritos Angélicos fazem a reverência de joelho dobrado. . . » — é a representação de Metraton. Em volta do disco está escrito:
«Contemplem a Sua face e forma pelas Quais todas as coisas se formaram, e pelas Quais todas as criaturas obedecem».
Embora seja entusiasticamente apoiado pelos rabis, ocultistas e pelos praticantes da alta magia e da magia cerimonial, Metraton é um espinho no lado dos cristãos. Metraton é o anunciador da verdade, e dá inspiração e conhecimento àqueles humanos que eram parecidos a ele antes da sua ascensão (Enoch).
Os cristãos têm um problema com os humanos transformarem-se em anjos, e continuam a referir-se a Enoch como Enoch, sem o título angélico (Metraton). Ainda pior do que isso, eles associam Metraton a Satanás, insinuando que Metraton é um demónio sedento de sangue que tem prazer em destruir lentamente as pessoas desobedientes. Não será necessário dizer que os argumentos entre os padres e os rabis passam como bolas num jogo de ténis.
Num outro mito, o profeta Elias foi transformado no irmão gêmeo de Metraton, chamado Sandolphon. O seu dever é reunir as preces de todos os praticantes (mais ou menos como o Serafim, no sistema dos Nove Coros). Desta fina teia de energia ele tece uma grinalda ou tapeçaria púrpura e vermelha.
Contudo, o mais interessante sobre Metraton é a associação com Shekinah, a versão hebraica da Shakti hindu, que é o lado feminino de Deus no humano. A criação do mundo é obra de Shekinah (de acordo com Zohar). Então, o propósito da vida é juntar as duas metades, masculina e feminina, para criar um universo equilibrado.
Ah, o princípio pagão! Quem diria!?
Shekinah é conhecida como «a glória que emana do divino» e representa a libertação. Muitos vêem-na como «o espírito divino». A associação do Espírito Santo como feminino ajuda a equilibrar a cura. Na mito judaico, Shekinah está entre o criador e o humano. No Sabbath ela faz descer o seu véu da divindade sobre os crentes colectivos. No fim do dia ela volta ao seu lugar de/com a divindade.
Numa lenda, quando Adão e Eva perderam o Jardim do Éden, Shekinah permaneceu lá. Isto indica que os humanos se viraram para as ideias patriarcais e deixaram para trás as energias da Deusa Mãe. Outro mito indica que ela selou o seu destino com Adão e Eva e que deixou o Jardim de Éden com eles.
O propósito do universo é reunir Metraton (o Criador) e Shekinah (a Criadora).
Em Matratone Shakinah vemos o conceito pagão de Deus e Deusa. Pode ser por isto que os cristãos olhem com desdém para Metraton e Shekinah, já que o divino feminino foi colocado abaixo do poder patriarcal.
Correm rumores de que muitas das tarefas do Clã dos Sete é trazer as energias de Shekinah de volta para a humanidade, para que tudo possa estar em equilíbrio e harmonia.
O regente da Geometria Sagrada.
Metraton (aspecto masculino) - Shekinah (aspecto feminino)
Também conhecido como Metatron, Matretton, Mittron, Metaraon, Merraton. Nos escritos que não pertencem às escrituras, Metraton é um super anjo. O seu nome inclui o rei dos anjos, príncipe da face divina, anjo da promissão e muitos outros. Ele liga o humano ao divino. O significado do seu nome é em si um mistério. Alguns pensam que o nome vem do latim metator ("guiar ou medir"); outros pensam que é apenas uma invenção judaica.
Quando é invocado, Metraton aparece como um pilar de fogo, ofuscante como o Sol. Em algumas fontes ele é visto como sendo mais poderoso do que Miguel. Muitos mitos rodeiam Metraton, incluindo que ele possa ter sido um mortal (o profeta Enoch) que se transformou em
anjo que agora funciona como um escriba oficial divino, que detém todos os segredos escritos e vigia tudo o que os humanos estão a fazer. Podem vê-lo como o criador e o bibliotecário dos escritos de Akashi.
Em Key of Solomon, por S. Lidell MacGregor Mathers, o Primeiro Pentáculo do Sol — «O Semblante de Shaddai Todo-poderoso, a cuja presença todas as criaturas obedecem, e os Espíritos Angélicos fazem a reverência de joelho dobrado. . . » — é a representação de Metraton. Em volta do disco está escrito:
«Contemplem a Sua face e forma pelas Quais todas as coisas se formaram, e pelas Quais todas as criaturas obedecem».
Embora seja entusiasticamente apoiado pelos rabis, ocultistas e pelos praticantes da alta magia e da magia cerimonial, Metraton é um espinho no lado dos cristãos. Metraton é o anunciador da verdade, e dá inspiração e conhecimento àqueles humanos que eram parecidos a ele antes da sua ascensão (Enoch).
Os cristãos têm um problema com os humanos transformarem-se em anjos, e continuam a referir-se a Enoch como Enoch, sem o título angélico (Metraton). Ainda pior do que isso, eles associam Metraton a Satanás, insinuando que Metraton é um demónio sedento de sangue que tem prazer em destruir lentamente as pessoas desobedientes. Não será necessário dizer que os argumentos entre os padres e os rabis passam como bolas num jogo de ténis.
Num outro mito, o profeta Elias foi transformado no irmão gêmeo de Metraton, chamado Sandolphon. O seu dever é reunir as preces de todos os praticantes (mais ou menos como o Serafim, no sistema dos Nove Coros). Desta fina teia de energia ele tece uma grinalda ou tapeçaria púrpura e vermelha.
Contudo, o mais interessante sobre Metraton é a associação com Shekinah, a versão hebraica da Shakti hindu, que é o lado feminino de Deus no humano. A criação do mundo é obra de Shekinah (de acordo com Zohar). Então, o propósito da vida é juntar as duas metades, masculina e feminina, para criar um universo equilibrado.
Ah, o princípio pagão! Quem diria!?
Shekinah é conhecida como «a glória que emana do divino» e representa a libertação. Muitos vêem-na como «o espírito divino». A associação do Espírito Santo como feminino ajuda a equilibrar a cura. Na mito judaico, Shekinah está entre o criador e o humano. No Sabbath ela faz descer o seu véu da divindade sobre os crentes colectivos. No fim do dia ela volta ao seu lugar de/com a divindade.
Numa lenda, quando Adão e Eva perderam o Jardim do Éden, Shekinah permaneceu lá. Isto indica que os humanos se viraram para as ideias patriarcais e deixaram para trás as energias da Deusa Mãe. Outro mito indica que ela selou o seu destino com Adão e Eva e que deixou o Jardim de Éden com eles.
O propósito do universo é reunir Metraton (o Criador) e Shekinah (a Criadora).
Em Matratone Shakinah vemos o conceito pagão de Deus e Deusa. Pode ser por isto que os cristãos olhem com desdém para Metraton e Shekinah, já que o divino feminino foi colocado abaixo do poder patriarcal.
Correm rumores de que muitas das tarefas do Clã dos Sete é trazer as energias de Shekinah de volta para a humanidade, para que tudo possa estar em equilíbrio e harmonia.
Figura 1 - Do vácuo à esfera
Imaginemos que no início tinhamos o vácuo, a consciência primordial, chamemos-lhe o Espírito. Com o objectivo de criar dispara um raio de consciência no vácuo, primeiro para a frente, depois para trás (um eixo), para a esquerda e direita (outro eixo) e por último, para cima e para baixo (terceiro eixo), obtendo-se assim o primeiro desenho da figura 1, isto com a mesma distância nas 6 direcções, definindo as coordenadas espaciais (Norte, Sul, Este, Oeste e uma direcção ascendente e descendente).
Todos nós temos estes 6 raios sensitivos partindo da nossa glândula pineal (um atravessando o chakra da coroa e pescoço, outro atravessando a nuca e o chakra frontal e um terceiro atravessando os dois hemisférios cerebrais), correspondendo aos três eixos cartesianos x, y, z. Esta capacidade criativa é inata a todos os humanos.
Se unirmos agora as várias direcções tal como era feito nas antigas Escolas de Mistério, obtemos um diamante ou quadrado (segundo desenho, ver em perpectiva), após a formação deste quadrado à volta da consciência é disparado um raio de consciência no sentido ascendente, formando uma pirâmide, e um raio de consciência no sentido descendente formando outra pirâmide (terceiro desenho).
É importante referir que a função piramidal assume uma máxima importância no retorno à Fonte, o que é amplamente descrito no Livro do Conhecimento de Hurtak, "A inteligência humana deve ser iniciada nas funções piramidais de Luz antes que possa ser promovida à próxima ordem de evolução, à próxima célula temporal consciencial".
Todos nós temos estes 6 raios sensitivos partindo da nossa glândula pineal (um atravessando o chakra da coroa e pescoço, outro atravessando a nuca e o chakra frontal e um terceiro atravessando os dois hemisférios cerebrais), correspondendo aos três eixos cartesianos x, y, z. Esta capacidade criativa é inata a todos os humanos.
Se unirmos agora as várias direcções tal como era feito nas antigas Escolas de Mistério, obtemos um diamante ou quadrado (segundo desenho, ver em perpectiva), após a formação deste quadrado à volta da consciência é disparado um raio de consciência no sentido ascendente, formando uma pirâmide, e um raio de consciência no sentido descendente formando outra pirâmide (terceiro desenho).
É importante referir que a função piramidal assume uma máxima importância no retorno à Fonte, o que é amplamente descrito no Livro do Conhecimento de Hurtak, "A inteligência humana deve ser iniciada nas funções piramidais de Luz antes que possa ser promovida à próxima ordem de evolução, à próxima célula temporal consciencial".
Figura 2 - Octaedro
Como pode ser observado na figura 2 acabámos de obter um octaedro (na forma tridimensional). É importante observar que isto é só a consciência, não existe um corpo no vácuo. Foi simplesmente criado um campo à volta da consciência.
A partir deste momento é possível, pela primeira vez, imprimir movimento, criar energia cinética, ou seja, temos este octaedro base e podemos criar uma distância (afastar-nos ou aproximar-nos) ou então o criador pode simplesmente permanecer imóvel levando este primeiro octaedro movimentar-se, passa a haver uma referência no centro do vácuo, logo passam a existir também distâncias.
Se movimentarmos este octaedro na direcção dos vários eixos criamos os parâmetros perfeitos para uma esfera (figura 2), era exactamente isto o que os iniciados no Egipto faziam nas suas meditações (quarto desenho da figura 1), tal como na Cabala em que as direcções assumem bastante importância para algumas meditações específicas.
Toda a gente que estuda geometria sagrada está de acordo quanto ao facto de que uma linha reta representa o masculino e uma linha curva representa o feminino. O que os egípcios estavam a fazer ao realizar esta meditação era passar de uma forma masculina (octaedro) a uma forma feminina (esfera). Isto está diretamente associado à Bíblia e à criação da Eva a partir de uma costela do Adão.
Tudo o o que conhecemos foi uma criação de uma consciência no infinito vácuo, os Hindus chamam-lhe Maya, que significa ilusão, todos nós podemos criar a nossa realidade (deuses criadores) e libertarmo-nos de Maya.
Como pode ser observado na figura 2 acabámos de obter um octaedro (na forma tridimensional). É importante observar que isto é só a consciência, não existe um corpo no vácuo. Foi simplesmente criado um campo à volta da consciência.
A partir deste momento é possível, pela primeira vez, imprimir movimento, criar energia cinética, ou seja, temos este octaedro base e podemos criar uma distância (afastar-nos ou aproximar-nos) ou então o criador pode simplesmente permanecer imóvel levando este primeiro octaedro movimentar-se, passa a haver uma referência no centro do vácuo, logo passam a existir também distâncias.
Se movimentarmos este octaedro na direcção dos vários eixos criamos os parâmetros perfeitos para uma esfera (figura 2), era exactamente isto o que os iniciados no Egipto faziam nas suas meditações (quarto desenho da figura 1), tal como na Cabala em que as direcções assumem bastante importância para algumas meditações específicas.
Toda a gente que estuda geometria sagrada está de acordo quanto ao facto de que uma linha reta representa o masculino e uma linha curva representa o feminino. O que os egípcios estavam a fazer ao realizar esta meditação era passar de uma forma masculina (octaedro) a uma forma feminina (esfera). Isto está diretamente associado à Bíblia e à criação da Eva a partir de uma costela do Adão.
Tudo o o que conhecemos foi uma criação de uma consciência no infinito vácuo, os Hindus chamam-lhe Maya, que significa ilusão, todos nós podemos criar a nossa realidade (deuses criadores) e libertarmo-nos de Maya.
Anarion Macintosh - The spiral and the six stages of creation (acrylic on canvas)
Padrão da Génese
Figura 3 - Padrão da Gênese
Partindo desta primeira esfera ou bolha no vácuo (primeiro desenho da figura 3) o Espírito projecta uma nova esfera (segundo desenho) obedecendo às mesmas regras. Este processo lembra-nos a divisão na Mitose (reprodução assexuada).
Temos aqui a associação com o primeiro dia da criação ("Fez-se Luz").
Neste momento encontramo-nos perante um símbolo sagrado muito antigo conhecido como "Vesica Piscis" (figura 4) associado ao Cristianismo e também conhecido como o "Peixe de Jesus" (numerologia).
Se considerarmos uma esfera como sendo Deus ou o Céu e uma segunda esfera como a Humanidade ou a materialidade esta intersecção simboliza o Cristo, o portal que une o Céu e a Terra. Este símbolo está intimamente associado à criação da luz, sem ele a luz não seria possível, sem esta imagem geométrica não seria possível por exemplo a criação dos nossos olhos, responsáveis pela recepção da luz.
Partindo desta primeira esfera ou bolha no vácuo (primeiro desenho da figura 3) o Espírito projecta uma nova esfera (segundo desenho) obedecendo às mesmas regras. Este processo lembra-nos a divisão na Mitose (reprodução assexuada).
Temos aqui a associação com o primeiro dia da criação ("Fez-se Luz").
Neste momento encontramo-nos perante um símbolo sagrado muito antigo conhecido como "Vesica Piscis" (figura 4) associado ao Cristianismo e também conhecido como o "Peixe de Jesus" (numerologia).
Se considerarmos uma esfera como sendo Deus ou o Céu e uma segunda esfera como a Humanidade ou a materialidade esta intersecção simboliza o Cristo, o portal que une o Céu e a Terra. Este símbolo está intimamente associado à criação da luz, sem ele a luz não seria possível, sem esta imagem geométrica não seria possível por exemplo a criação dos nossos olhos, responsáveis pela recepção da luz.
No segundo dia da criação com uma terceira esfera obtemos o símbolo da Santíssima Trindade (figura 4), a geometria básica da estrela tetraédrica, uma das formas geométricas mais importantes na criação (forma da Merkaba, corpo de luz que nos permite voltar ao estado de consciência original).
"Quando duas Pirâmides de Luz se unem para formar uma Estrela de David, nasce um novo universo estelar de inteligência" (J.J. Hurtak).
"Quando duas Pirâmides de Luz se unem para formar uma Estrela de David, nasce um novo universo estelar de inteligência" (J.J. Hurtak).
Figura 4 - "Vesica Piscis" e "Tripod Of Life"
Continuando o movimento matemático da criação vamos chegar ao Sexto dia da criação obtendo-se o símbolo da flor de seis pétalas conhecida como a Semente da vida, o princípio da criação do Universo no qual nós vivemos.
Este primeiro movimento em torno da primeira esfera, representa a primeira rotação ou Padrão da Génese (os seis dias da criação da Bíblia), ilustrados no quadro de Anarion Macintosh.
Continuando o movimento matemático da criação vamos chegar ao Sexto dia da criação obtendo-se o símbolo da flor de seis pétalas conhecida como a Semente da vida, o princípio da criação do Universo no qual nós vivemos.
Este primeiro movimento em torno da primeira esfera, representa a primeira rotação ou Padrão da Génese (os seis dias da criação da Bíblia), ilustrados no quadro de Anarion Macintosh.
Semente da vida
Se pegarmos no padrão da Génese, a primeira forma tridimensional que conseguimos extrair é conhecida como Torus (figura 5) , esta forma é obtida a partir da rotação da Semente da vida em torno do seu eixo central (último desenho da figura representa o Torus visto de cima em duas dimensões).
Foi o matemático Arthur Young que descobriu que esta forma geométrica tem sete regiões conectadas, todas do mesmo tamanho (figura 6), o Torus representa a forma geométrica base da existência, está presente em todos os planetas, estrelas, galáxias. O nosso planeta é um Torus com dois pólos magnéticos em comunicação (primeiro desenho) o que permite as predecessões dos equinócios (ponto zero). O Torus está também presente no corpo humano (como exemplo o coração que tem sete músculos formando um Toroidal bombeando para sete regiões) e pode ser encontrado em todas as formas de vida existentes.
Se pegarmos no padrão da Génese, a primeira forma tridimensional que conseguimos extrair é conhecida como Torus (figura 5) , esta forma é obtida a partir da rotação da Semente da vida em torno do seu eixo central (último desenho da figura representa o Torus visto de cima em duas dimensões).
Foi o matemático Arthur Young que descobriu que esta forma geométrica tem sete regiões conectadas, todas do mesmo tamanho (figura 6), o Torus representa a forma geométrica base da existência, está presente em todos os planetas, estrelas, galáxias. O nosso planeta é um Torus com dois pólos magnéticos em comunicação (primeiro desenho) o que permite as predecessões dos equinócios (ponto zero). O Torus está também presente no corpo humano (como exemplo o coração que tem sete músculos formando um Toroidal bombeando para sete regiões) e pode ser encontrado em todas as formas de vida existentes.

Figura 5
Figura 6 - Espiral Torus com as sete regiões diferenciadas
Se efetuarmos uma segunda rotação (figura 6) em torno da Semente da vida, obedecendo às mesmas regras da primeira, vamos chegar a uma segunda figura tridimensional conhecida como o Ovo da vida (figura 7).
Se efetuarmos uma segunda rotação (figura 6) em torno da Semente da vida, obedecendo às mesmas regras da primeira, vamos chegar a uma segunda figura tridimensional conhecida como o Ovo da vida (figura 7).
Figura 7 - Ovo da Vida
O Ovo da vida representa a estrutura morfogenética a partir do qual o nosso corpo foi criado. A nossa existência física depende desta estrutura, desde a cor dos nossos olhos ao formato do nosso nariz... Uma forma que também é revelada neste segundo Vortex (rotação) é a Árvore da vida que contém dez círculos que representam os Sefirotes (esferas em Hebraico) na Cabala, 10 aspectos da personalidade sintetizados no Adão Kadmon, o Homem Celeste, Logos. Representa o caminho para iluminação espiritual e um mapa do Universo e da Psique.
O Ovo da vida representa a estrutura morfogenética a partir do qual o nosso corpo foi criado. A nossa existência física depende desta estrutura, desde a cor dos nossos olhos ao formato do nosso nariz... Uma forma que também é revelada neste segundo Vortex (rotação) é a Árvore da vida que contém dez círculos que representam os Sefirotes (esferas em Hebraico) na Cabala, 10 aspectos da personalidade sintetizados no Adão Kadmon, o Homem Celeste, Logos. Representa o caminho para iluminação espiritual e um mapa do Universo e da Psique.
Figura 8 - Árvore da vida
Com uma terceira rotação obtemos um padrão determinante na formação da realidade física.
Quando olhamos de forma atenta para a Flor da vida (figura 9) vemos 19 círculos inscritos em dois círculos concêntricos, imagem essa encontrada um pouco por todo o mundo nas várias civilizações, a questão é porquê parar nos 19 círculos ? Isto deve-se à descoberta do próximo componente que era de extrema importância , por essa mesma razão mantiveram-no em segredo. Esse conhecimento era considerado tão sagrado que decidiram não trazê-lo a público, codificando-o.
Com uma terceira rotação obtemos um padrão determinante na formação da realidade física.
Quando olhamos de forma atenta para a Flor da vida (figura 9) vemos 19 círculos inscritos em dois círculos concêntricos, imagem essa encontrada um pouco por todo o mundo nas várias civilizações, a questão é porquê parar nos 19 círculos ? Isto deve-se à descoberta do próximo componente que era de extrema importância , por essa mesma razão mantiveram-no em segredo. Esse conhecimento era considerado tão sagrado que decidiram não trazê-lo a público, codificando-o.
Figura 9 - Flor da vida
Se olharmos bem para a Flor da vida deparamo-nos com a existência de vários círculos incompletos na periferia (esferas na verdade). Tudo o que era preciso era completar estes círculos (técnica antiga para codificar o conhecimento). Se efetuarmos uma quarta rotação torna-se fácil de perceber o padrão misterioso, o Fruto da vida :
Se olharmos bem para a Flor da vida deparamo-nos com a existência de vários círculos incompletos na periferia (esferas na verdade). Tudo o que era preciso era completar estes círculos (técnica antiga para codificar o conhecimento). Se efetuarmos uma quarta rotação torna-se fácil de perceber o padrão misterioso, o Fruto da vida :
Figura 10 - Fruto da Vida
Este padrão de treze círculos é uma das formas mais sagradas em toda a existência. Na Terra é chamada de Fruto da vida. O Torus, Ovo da vida e Fruto da vida são os três padrões que nos permitem construir tudo aquilo que conhecemos como realidade sem excepção.
Este padrão de treze círculos é uma das formas mais sagradas em toda a existência. Na Terra é chamada de Fruto da vida. O Torus, Ovo da vida e Fruto da vida são os três padrões que nos permitem construir tudo aquilo que conhecemos como realidade sem excepção.
Se combinarmos estes treze círculos (femininos) com todas as linhas rectas possíveis (masculinas) como é exemplificado na figura abaixo vamos obter a forma geométrica sagrada conhecida como o Cubo de Metatron :
Figura 12 - Cubo de Metatron
Figura 13 - Os dois cubos dentro do Cubo de Metatron
O cubo de Metatron representa um de treze sistemas universais de informação contidos no Fruto da vida, nas linhas do Cubo de Metatron podemos facilmente encontrar os conhecidos sólidos platônicos, os tijolos construtores da nossa realidade física (figura 14).
O cubo de Metatron demonstra-nos a verdade milenar de que toda a vida emerge da mesma origem, do mesmo centro.
Figura 14 - Os cinco sólidos platônicos e a estrela tetraédrica (Merkaba) contidos no Cubo de Metatron.

Os dois cubos dentro do Cubo de Metatron
Foi durante a sua permanência no Egito que Platão afirmou ter recebido conhecimento sagrado do interior das Pirâmides. Os cinco sólidos mais tarde apelidados de Platônicos representam na Alquimia os cinco elementos.Tetraedro - Fogo
Cubo - Terra
Octaedro - Ar
Icosaedro - Água
Dodecaedro - Éter
Esfera - Vácuo
"Isto não é apenas matemática, círculos ou geometria. Isto é o mapa vivo de toda a criação da nossa realidade."
Drunvalo Melchizedek
Drunvalo Melchizedek
Círculo de Cereais
círculo de cereais (crops circle)
thoth day night
Thot, o deus egípcio que dizem que originou o culto grego ao deus Hermes!! O deus do conhecimento...
Thot, o deus egípcio que dizem que originou o culto grego ao deus Hermes!! O deus do conhecimento...
Zodíaco
O Reino Angélico
Nossos histórias da Terra estão ligadas a distorções e limitações. Mentiras e boatos a respeito dos seres do reino angélico.
É sábio certamente para você pôr simplesmente de lado o que você pôde ter aprendido sobre eles dos historiadores passados.
A informação melhor que você pode ter do reino Angélico (Dyhani Chohans em Sanskrit/Tibetan) é aquela que você encontra dentro de si em suas experiências diretas.
O que é apresentado aqui é uma quantidade de informações colocadas em ordem para ajudar-lhe a ganhar essa experiência pessoal.
Um dos melhores ensinos na época moderna a respeito do Arcanjos vem de Mestres ascenso, Djwhal Khul, conhecido às vezes como "o tibetano".
Djwhal usa a árvore da vida como um ponto da referência.
A árvore da vida é um aspecto da ciência espiritual conhecida como a geometria sagrada.
A árvore é encontrada dentro da flor da vida que é encontrada dentro da flor do ser.
O estudo da geometria sagrada é eficazmente um estudo do Arcanjo Metatron.
Nossos histórias da Terra estão ligadas a distorções e limitações. Mentiras e boatos a respeito dos seres do reino angélico.
É sábio certamente para você pôr simplesmente de lado o que você pôde ter aprendido sobre eles dos historiadores passados.
A informação melhor que você pode ter do reino Angélico (Dyhani Chohans em Sanskrit/Tibetan) é aquela que você encontra dentro de si em suas experiências diretas.
O que é apresentado aqui é uma quantidade de informações colocadas em ordem para ajudar-lhe a ganhar essa experiência pessoal.
Um dos melhores ensinos na época moderna a respeito do Arcanjos vem de Mestres ascenso, Djwhal Khul, conhecido às vezes como "o tibetano".
Djwhal usa a árvore da vida como um ponto da referência.
A árvore da vida é um aspecto da ciência espiritual conhecida como a geometria sagrada.
A árvore é encontrada dentro da flor da vida que é encontrada dentro da flor do ser.
O estudo da geometria sagrada é eficazmente um estudo do Arcanjo Metatron.
Os 10 Arcanjos na árvore Cabalística da vida:
ÁRVORE DA VIDA
Cada Arcanjos têm uma tendência profunda para um dos aspectos da árvore, e cada aspecto ou Sephirah, como são chamados, como um planeta particular e um Arcanjo particular associado.
O Arcanjos são manifestações diretas do criador e não tem nenhuma vontade livre como nós temos. São como o braço direito do criador. Estas manifestações diretas, os Arcanjos, "não se estão tornando"; não estão crescendo, exceto no sentido que tudo cresce enquanto o criador cresce. Foram criados diretamente para estas tarefas particulares e fazem-nas magnífica. Fazem-nas sem falha, sem dificuldade, sem resistência, sem opinião falsa, sem nenhumas necessidades, desejam-nas, ou querem-nas.
Deixe-nos começar com o Arcanjo que está no alto da árvore. Seu nome é Metatron e é conhecido como o Arcanjo da presença. Se você notar na árvore, Metatron está em Kether no alto da árvore e Sandalphon está em Malcuth no fundo da árvore. Trabalham estes dois juntos freqüentemente.
Metatron é um representante direto do criador que familiariza os indivíduos com sua divindade, permite que a divindade brilhe através dele, traz essa divindade com as etapas da criação, e permite que se manifeste.
De Kether ilumina, naturalmente, a luz direta, pura, bonita da fonte. Começa a distribuição da luz aos vários sub departamentos de Kether que estão abaixo na árvore para Sandalphon.
O Arcanjo que segue é associado com o aspecto da árvore chamada Chokmah, e seu nome é Ratziel
O Arcanjo seguinte é conectado com o terceiro aspecto da árvore, Binah, e seu nome é
Tzaphkiel.
O quarto aspecto da árvore é chamado Chesed, e o Arcanjo associado com ele tem um outro nome maravilhoso,
Tzadkiel
Agora vemos o quinto aspecto que é chamado Geburah, e o Arcanjo é
Khamael.
O sexto aspecto da árvore é Tiphareth e o Arcanjo você que todos conhecem, porque é
Michael.
O sétimo aspecto de Netzach, e o Arcanjo é
Auriel
O aspecto seguinte, número oito, é hod e nós temos aqui o Arcanjo
Raphael
O sephira seguinte é Yesod (número nove) e o ser maravilhoso de Gabriel
Sandalphon
está trabalhando sempre com as energias da terra, transformando-as ao nível o mais elevado possível, procurando agora guiar a terra e sua manifestação direto em um trajeto liso e fluindo enquanto nós nos movemos para a frente na idade nova. Focaliza o sétimo raio e procura implantá-lo mais firmemente na terra agora.
Djwhal Khul
O Arcanjos são manifestações diretas do criador e não tem nenhuma vontade livre como nós temos. São como o braço direito do criador. Estas manifestações diretas, os Arcanjos, "não se estão tornando"; não estão crescendo, exceto no sentido que tudo cresce enquanto o criador cresce. Foram criados diretamente para estas tarefas particulares e fazem-nas magnífica. Fazem-nas sem falha, sem dificuldade, sem resistência, sem opinião falsa, sem nenhumas necessidades, desejam-nas, ou querem-nas.
Deixe-nos começar com o Arcanjo que está no alto da árvore. Seu nome é Metatron e é conhecido como o Arcanjo da presença. Se você notar na árvore, Metatron está em Kether no alto da árvore e Sandalphon está em Malcuth no fundo da árvore. Trabalham estes dois juntos freqüentemente.
Metatron é um representante direto do criador que familiariza os indivíduos com sua divindade, permite que a divindade brilhe através dele, traz essa divindade com as etapas da criação, e permite que se manifeste.
De Kether ilumina, naturalmente, a luz direta, pura, bonita da fonte. Começa a distribuição da luz aos vários sub departamentos de Kether que estão abaixo na árvore para Sandalphon.
O Arcanjo que segue é associado com o aspecto da árvore chamada Chokmah, e seu nome é Ratziel
O Arcanjo seguinte é conectado com o terceiro aspecto da árvore, Binah, e seu nome é
Tzaphkiel.
O quarto aspecto da árvore é chamado Chesed, e o Arcanjo associado com ele tem um outro nome maravilhoso,
Tzadkiel
Agora vemos o quinto aspecto que é chamado Geburah, e o Arcanjo é
Khamael.
O sexto aspecto da árvore é Tiphareth e o Arcanjo você que todos conhecem, porque é
Michael.
O sétimo aspecto de Netzach, e o Arcanjo é
Auriel
O aspecto seguinte, número oito, é hod e nós temos aqui o Arcanjo
Raphael
O sephira seguinte é Yesod (número nove) e o ser maravilhoso de Gabriel
Sandalphon
está trabalhando sempre com as energias da terra, transformando-as ao nível o mais elevado possível, procurando agora guiar a terra e sua manifestação direto em um trajeto liso e fluindo enquanto nós nos movemos para a frente na idade nova. Focaliza o sétimo raio e procura implantá-lo mais firmemente na terra agora.
Djwhal Khul
ÁRVORE DA VIDA
A informação a respeito da árvore da vida veio a nós nas épocas antigas e vem-nos hoje na Cabala (Quaballa, Kabala, Kaballa, etc.). Cada um dos 10 componentes da árvore é chamado um Sephira, e todos os 10 são chamados o Sephiroth. Os termos "Sephira" e "Chakra" são ambos que esclarecem aos mesmos fenômenos espirituais dentro de si e é universal. Quando ativados, transformam-se no núcleo da criação da sua Luz do corpo.
A árvore da vida é uma parte da geometria sagrada e é uma subdivisão da flor da vida.
A árvore da vida é uma parte da geometria sagrada e é uma subdivisão da flor da vida.
F l o r d a V i d a
Se nós projetarmos a árvore da vida na flor da vida nós encontramos um senso exato para combinar!
A árvore da vida projetada na flor da vida
A árvore da vida projetada na flor da vida
A figura da flor do ser, que poderia ser prolongada para sempre, é a manifestação da ressonância do Arcanjo supremo, Metatron.
Os círculos são realmente esferas de Metatron que é o centro deles todos.
Agora que nós estabelecemos o todo, comece a meditação de que o Todo é :
Dirija a sua experiência pessoal e aprendizagem espiritual dentro de ti.
Da importância do Hexagrama.
Da Figura geométrica do Cubo.
Do Carbono 12 com seus 6 elétrons, 6 prótons e seus 6 nêutrons.
Das 22 Letras sagradas e dos 72 Nomes de Deus.
Das Hierarquias Angélicas e de suas Nove Ordens.
Dos 24 Anciões sua Coroa e seu Cetro real.
Lembra da Luz Metatronica, Metatron está em Kether, no núcleo do átomo, até o trabalho de Sandalphon, está em Malcuth, no elétron deste mesmo átomo.
Os 22 caminhos da Luz, de Metatron a Sandalphon, e do trabalho das hostes Angélicas.
Observe muito bem a Flor. http://soldesirius.blogspot.com/2009/10/geometria-sagrada.html
Dirija a sua experiência pessoal e aprendizagem espiritual dentro de ti.
Da importância do Hexagrama.
Da Figura geométrica do Cubo.
Do Carbono 12 com seus 6 elétrons, 6 prótons e seus 6 nêutrons.
Das 22 Letras sagradas e dos 72 Nomes de Deus.
Das Hierarquias Angélicas e de suas Nove Ordens.
Dos 24 Anciões sua Coroa e seu Cetro real.
Lembra da Luz Metatronica, Metatron está em Kether, no núcleo do átomo, até o trabalho de Sandalphon, está em Malcuth, no elétron deste mesmo átomo.
Os 22 caminhos da Luz, de Metatron a Sandalphon, e do trabalho das hostes Angélicas.
Observe muito bem a Flor. http://soldesirius.blogspot.com/2009/10/geometria-sagrada.html
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